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Data | Hora de publicação: 02/12/2019 | 14:56:25

COMISSÃO DO CEPAC PEDE TOMBAMENTO DE DOIS PRÉDIOS PÚBLICOS

Pedidos foram feitos durante visita à Prefeitura, realizada pela Comissão Permanente de Preservação e Fiscalização




Membros da Comissão Permanente de Preservação e Fiscalização, do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (CEPAC), realizaram na última quinta-feira (28) visitas aos prédios da Prefeitura Municipal, e da antiga Câmara de Vereadores, na Praça Getúlio Vargas, para protocolar o pedido de tombamento de ambos. 

O prédio da Prefeitura, o antigo Palácio das Cataratas, foi construído em 1939 durante o Governo do Interventor Manoel Ribas. Na época era prefeito do município o Capitão e Delegado Melquíades do Valle. Já o prédio da antiga Câmara, onde hoje está em funcionamento o Protocolo Geral do Municipal e a diretoria de Patrimônio, é datado de 1972.

“Trata-se de um conjunto urbano de prédios históricos no entorno da avenida Jorge Schimmelpfeng, que remete ao desenvolvimento do município. Prefeitura, Fundação Cultural, igreja matriz e casa paroquial, hotel Cassino, Bartolomeu Mitre, Câmara de vereadores”, explicou Pedro Louvain, membro da comissão. 

Mesmo com alterações fora dos padrões históricos de cada construção, a necessidade de tombamento faz-se necessária, segundo Louvain, pela preservação histórica do conjunto. “O prédio da prefeitura já foi bastante alterado por dentro, porém mantém as características da fachada original”, comentou. A visita ao paço municipal foi acompanhada pelo diretor de mobilidade urbana Karl Stoeckl (Kalito). “Ainda há muita falta de informação sobre o tombamento, mas é preciso dar o primeiro passo. Tombar é resgatar e preservar a nossa história”, disse. 

A visita ao prédio da antiga câmara foi acompanhada pelo assistente administrativo do protocolo, José Elias. Os dois pedidos foram feitos pela comissão e protocolados no local. Após esta etapa de reconhecimento dos bens arquitetônicos, o próximo passo será o reconhecimento do patrimônio imaterial e natural do município. “Significa a garantia dos direitos culturais e a valorização da memória iguaçuense”, comentou Louvain. 

A atividade integra o plano de trabalho da comissão, que ainda tem como meta elaborar estudos, pesquisas e levantamentos acerca dos bens patrimoniais, materiais e imateriais, públicos e privados, passíveis de medidas de proteção e preservação, bem como de acompanhar e fiscalizar os bens protegidos ou de interesse patrimonial.