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Data | Hora de publicação: 02/12/2019 | 14:59:44

SAÚDE PROMOVE MUTIRÃO DE TESTES RÁPIDOS EM ALUSÃO AO DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS

Testagem acontecerá hoje, quarta e quinta (02, 03 e 04), das 8h às 12h, no CEM




Para marcar o Dia Mundial de Combate a Aids, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), através do Serviço de Assistência Especializada (SAE), promove nesta segunda, quarta e quinta-feira (02, 04 e 05), um mutirão de testes rápidos de HIV, Sífilis e Hepatites B e C. 

Os testes serão ofertados no saguão do Centro de Especialidades Médicas (CEM), da Avenida Paraná, sempre das 8h às 12h. A ação também conta com parceria da 9ª Regional de Saúde.  

“Essas ações são muito importantes para ampliar o acesso aos testes e promover o diagnóstico precoce. Quanto antes o usuário diagnosticar e iniciar o tratamento, maior é a qualidade de vida e a estabilização da doença”, expressou o Coordenador do Programa de IST/Aids, Wanderley Furtado. Com o tratamento adequado, o vírus HIV fica indetectável e a pessoa não irá desenvolver Aids.

O Dia Mundial de Combate a Aids é lembrado em 1º de dezembro e foi criado em 1987 pela Assembleia Mundial da Saúde, com o objetivo de alertar a população e conscientizá-la sobre as formas de combate ao HIV. 

O Ministério da Saúde estima que 135 mil pessoas vivem com HIV e não sabem. De acordo com o boletim epidemiológico 2019, a infecção por HIV/AIDS cresce mais entre os jovens. A maioria dos casos de infecção pelo HIV no país é registrada na faixa de 20 a 34 anos (52,7%), principalmente em relação aos homens. 

Em Foz do Iguaçu, foram 269 casos registrados de janeiro a outubro de 2019, sendo 164 recentes. Deste total, 80% são de moradores de Foz do Iguaçu. De acordo com Furtado, assim que o usuário recebe o resultado positivo, ele é encaminhado para o tratamento através do SAE. O serviço fornece atendimento médico, medicação gratuita, apoio psicológico e encaminhamentos para especialistas. 

O tratamento é feito com antirretrovirais gratuitos. A medicação considerada uma das melhores do mundo age rapidamente. Entre três e seis meses, a carga viral passa a ser detectável.